segunda-feira, 27 de agosto de 2012

2.ª Jornada Europeia

Prémio Maradona - Messi dois golos a resgatar o Barcelona de uma derrota
Prémio Mini-Tuga - Pizzi deu o empate ao Deportivo, que recuperou de um aparentemente inigualável 3-1 frente ao Valência
Prémio CR7 - Postiga deu a vitória ao Saragoça na reviravolta frente ao Espanhol
Prémio Nheco - Real Madrid um ponto em dois jogos, tendo a derrota frente ao Getafe sido merecida pelo pouco jogo produzido

Passa a haver também o prémio melhor dupla, que será intitulado Klinsmann-Völler

Prémio Klinsmann-Völler - Eden Hazard-Fernando Torres fabricaram juntos os dois golos da vitória do Chelsea

1.ª Jornada Europeia

Prémio Maradona - Messi dois golos e magia por todo o estádio
Prémio Mini-Tuga - Nélson Oliveira um golaço logo na estreia a dar tranquilidade ao Deportivo; os adeptos já pedem a titularidade para o jovem luso
Prémio CR7 - Nélson Oliveira não só pelo golo, mas pelas oportunidades criadas
Prémio Nheco 1 - Real Madrid jogo desapontante do campeão espanhol
Prémio Nheco 2 - Man. United não é a perder que vão voltar ao topo do futebol inglês

domingo, 26 de agosto de 2012

Ligas Estrangeiras

Poderei também inserir notas sobre as Ligas Estrangeiras.

Prémio Maradona - melhor jogador (dos jogos que segui)
Prémio Mini-Tuga - melhor jovem promessa portuguesa
Prémio CR7 - melhor português
Prémio Nheco - piores apontamentos

1.ª Jornada

Gil Vicente - Porto
Prémio Deco - Adriano Facchini (GVFC) o homem estava inspirado, defendeu TUDO!
Prémio Mogrovejo - Mangala (FCP) não é lateral-esquerdo!
Prémio Jardel-Falcao - X

Benfica - Sp. Braga
Prémio Rui Costa - Mossoró (SCB) pelo bom golo e pelo trabalho a segurar o meio-campo minhoto
Prémio Pesaresi - Melgarejo (SLB) auto-golo e outro golo permitido, péssimo jogo defensivo
Prémio Eusébio - Sálvio (SLB) marcou no jogo que marcou o seu regresso à Luz

Sporting - V. Guimarães
Prémio Yazalde - Rui Patrício (SCP) segurou o ponto que os colegas foram incapazes de dilatar
Prémio Kmet - Capel (SCP) começa a justificar demasiado o banco: lento, cansado e egoísta
Prémio Liédson - X

Geral
Minha Nossa! - os empates todos que se verificaram
Prémio Baía - Facchini (Gil Vicente) o Porto jogou mal, mas o homem estava inspirado!
Prémio Fernando Gomes - Edinho dois golos que ajudaram a Académica a chegar ao empate
Prémio Portugal - V. Guimarães contra um grande, não se fez pequeno e disputou os três pontos
Prémio Turcas e Caícos - Beira-Mar estar a ganhar 3-0 e deixar-se empatar é muito mau
Prémio Clássico - Beira-Mar 3-3 Académica um jogo pleno de emoção, com resultado empolgante!

Outras Notas: James (FCP) tem de trabalhar mais para ter o lugar, Jorge Jesus (SLB) parece insistir que a sua teimosia é correcta ao lançar Melgarejo aos lobos (o jovem paraguaio tem potencial, mas tem de crescer de forma saudável, o que não está a acontecer), Cardozo (SLB) já só começa a servir para marcar pénaltis, o Sporting tem jogo de líder mas concretização de lanterna-vermelha, o Porto tem de jogar mais e melhor e ajustar o seu sistema táctico aos seus jogadores mais talentosos, o Sp. Braga mostra que é aposta clara para campeão nacional e a Académica não vai ter salvação fácil.

Novos Parâmetros de Análise

A partir de agora, a não ser que esteja mesmo inspirada para escrever um artigo completo sobre algum jogo, passarei a fazer uma análise à jornada, atribuindo prémios, que serão os seguintes:

Porto
Prémio Deco - ao melhor jogador em campo
Prémio Mogrovejo - ao pior jogador em campo
Prémio Jardel-Falcao - ao melhor goleador em campo

Benfica
Prémio Rui Costa - ao melhor jogador em campo
Prémio Pesaresi - ao pior jogador em campo
Prémio Eusébio - ao melhor goleador em campo

Sporting
Prémio Yazalde - ao melhor jogador em campo
Prémio Kmet - ao pior jogador em campo
Prémio Liédson - ao melhor goleador em campo


Sp. Braga (sempre que não jogue contra Porto, Benfica ou Sporting)
Prémio João Vieira Pinto - ao melhor jogador em campo
Prémio Lima - ao melhor goleador em campo



Geral
Minha Nossa! - maior surpresa (positiva ou negativa)
Prémio Baía - melhor GR
Prémio Fernando Gomes - melhor goleador
Prémio Cristiano Ronaldo - melhor jogador
Prémio Portugal - melhor equipa
Prémio Turcas e Caícos - pior equipa
Prémio Clássico - melhor jogo

domingo, 10 de junho de 2012

Afinal... Até Metemos Algum Medo!


Resumo do jogo: remates ao poste


No rescaldo da derrota com a Turquia, o jornal alemão Bild fez manchete com a seguinte declaração: "Estes portugueses não metem medo". Depois de uma derrota injusta, um empate que teria sido mais que merecido e uma ponta final que vulgarizou a toda-poderosa Selecção Alemã, os nossos adversários de hoje terão de engolir as suas palavras. Ainda assim, um resultado nada positivo para as aspirações de Portugal...


Primeira Parte
Portugal entrou bem no jogo, mas ao fim de 15/20 minutos, deixou-se dominar em demasia. Passou por alguns calafrios; porém, quis o destino que a grande oportunidade de golo da primeira parte fosse nossa: canto da direita, a bola perde-se na área e sobra para Pepe, que remata colocadíssimo... à trave!
A Alemanha tinha dominado até aí, mas nunca conseguira criar grande perigo junto da baliza lusa. Rui Patrício mostrava-se seguro entre os postes e os erros defensivos, escandalosos no embate com a Turquia, raramente apareciam e, quando isso sucedia, eram cuidadosa e eficientemente solucionados.
Contudo, a turma das quinas tinha dificuldades em fazer operar o lado ofensivo da táctica montada por Paulo Bento: esperávamos os alemães na defesa de modo eficaz, segurando-os e evitando grandes calafrios; todavia, as transições defesa-ataque teimavam em não sair bem e o passe que lançava o contra-ataque tardava em funcionar... Nas poucas vezes em que a equipa lusa trabalhou bem a esse nível, criou jogadas de grande perigo para a defensiva teutónica.
Assim, Portugal foi para o intervalo sob domínio mas com a clara consciência de que poderia marcar à Alemanha. Bastaria pressionar mais um pouco e o golo acabaria por aparecer - pensávamos nós...

Segunda Parte
A equipa de todos nós voltou das cabinas com o moral em alta e o objectivo de marcar um golos. Entrou pressionante e com mentalidade atacante; o jogo, com oportunidades de ambos os lados, jogava-se fluido e emocionante. Era um jogo partido, mas bem disputado e com um futebol bonito.
Não obstante, Portugal cedo caiu no erro de deixar que a Alemanha passasse a ter novamente o domínio do jogo. A partir do minuto 70, a ordem deveria ter sido para buscar o golo da vitória; tal não aconteceu e Mario Gómez acabou por marcar numa das únicas falhas defensivas graves da nossa formação: cruzamento da direita do ataque alemão, a bola bate no braço de Moutinho, sendo a trajectória ligeiramente desviada, e João Pereira, o mais baixo de toda a defesa, é deixado com Super Mário: o rapaz bem saltou, mas não havia mesmo maneira de lá chegar. Golo.
Paulo Bento viu-se a perder e assumiu a procura do empate: Nélson Oliveira por Postiga e Varela por (...): o extremo portista veio mexer com o jogo, agitando Portugal e guiando a Selecção na direcção do ataque desenfreado. Seguiram-se oportunidades atrás de oportunidades, a mais flagrante desperdiçada pelo próprio Silvestre, superiormente servido precisamente pelo miúdo Nélson. O ponta-de-lança encarnado também acabou por trazer à equipa, além de frescura, maior dinamismo: de facto, fez em 20 minutos mais do que Postiga fez nos restantes 70.
Bolas ao poste, golões que ficaram por marcar, perdidas incríveis... tudo aquilo a que já estamos habituados desde há anos e anos com a nossa Selecção. Não temos um matador e isso viu-se. Ronaldo serviu Nani para o falhanço, Nélson Oliveira serviu Varela para o desperdício, mais não sei quem serviu Coentrão para mais um remate infrutífero. O festival de falhaços da praxe.

Final
No fim, fica a sensação de que a derrota não foi justa, mas como quem não marca sofre, acabámos por perder por isso mesmo: falta de alguém que finalize as bolas que lhe são servidas. Deve ser frustrante para extremos com a qualidade de Ronaldo e Nani jogar com um ponta-de-lança como Postiga (sem ofensa). A táctica foi a mais correcta para travar a Alemanha e acabou por falhar apenas por duas coisas aparentemente pequenas, mas muito importantes: um erro defensivo e falta de instinto matador.
Ainda assim, tudo na mesma: teremos de ganhar o próximo jogo e pelo menos pontuar (dependendo dos outros resultados) frente à Holanda. Pela segunda vez seguida calhámos no grupo da morte numa fase final de uma grande competição (já no Mundial 2010 foi assim, mas não havia Alemanha, Holanda nem Dinamarca).
Enfim: no futebol, são 11 contra 11 e no final, ganha a Alemanha...

Portugal
Jogámos bem, faltou o golo e uma pontada de sorte.

Alemanha
Jogo com pouco brilho da Mannschaft, embora tenham ganho. Como tinha alertado Petit, os alas lusos aproveitaram os problemas da defesa deles com a velocidade, criando várias iniciativas perigosas.

Özil foi eleito MVP, mas Coentrão merecia a distinção

Pepe e Coentrão
Os melhores em campo para Portugal. Jogo impecável do central. Exibição de encher o olho, absolutamente fantástica, do lateral-esquerdo do Real Madrid, a mostrar que pode rivalizar com Marcelo no clube e que na nossa Selecção não tem rival. Logo a abrir, arrancada que deixa meia-dúza de alemães de olhos trocados; defensivamente perfeito (grande carrinho a Muller!) e ofensivamente brilhante. Jogão de Coentrão!

Ronaldo e Nani
Muito tapados, especialmente o capitão. Löw fez valer a promessa de nunca deixar Ronaldo no um-para-um com qualquer defesa alemão; quando os planos saíram furados, o craque madeirense criou imenso perigo. O extremo do Manchester United acabou por passar um pouco ao lado do jogo, à excepção de um centro-remate que ia dando um golaço (bateu na trave) e uma perdida incrível a passe de... Cristiano Ronaldo.

Ronaldo esteve sempre tapado por dois ou mais alemães

Meio-campo
Jogo irregular do miolo luso. Meireles podia ter aparecido mais, mas no geral os três elementos tiveram uma exibição positiva, especialmente a defender. No ataque, faltou o passe a desequilibrar a Selcção Alemã e a lançar  contra-ataque das quinas.

Postiga e Nélson Oliveira
O miúdo a titular ou então Hugo Almeida. Postiga fartou-se de desperdiçar boas jogadas com passes estúpidos, dribles inúteis ou outras decisões obtusas. O seu trabalho foi infrutífero, pois ao mesmo tempo que nunca conseguiu manter a bola, também não foi eficaz na tarefa de cansar os adversários. Demasiado pobre para um titular da Selecção Portuguesa.

Hummels
Este tipo ficará bem em qualquer equipa, só me lembro de ouvir o Hélder Conduto a dizer a toda a hora: "e corte de Hummels para canto!". Elegância, eficiência e muita classe, a fazer lembrar Ricardo Carvalho, mas com menos manias e mais alto.

Mario Gómez
Provou a razão de ser um dos melhores pontas-de-lança da actualidade: quando foi chamado a socorrer a sua equipa, disse "presente" e marcou um golo pleno de oportunismo, aproveitando as suas melhores características - a la goleador.

Mario Gómez foi o herói alemão

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Apostas e Dispensas - BENFICA

Nélson Oliveira será aposta mais consistente

Chegou a hora de Cardozo ir embora


Apostas:

  • Nélson Oliveira - o jovem prodígio português não deve ser desperdiçado; grande promessa do Benfica e até da Selecção Nacional, é um talento para Jorge Jesus moldar e tornar numa pérola das mais apetecíveis para os grandes tubarões europeus.
  • Rodrigo - o hispano-brasileiro agrada particularmente a JJ, talvez precisamente por falar as duas línguas favoritas de técnico encarnado: espanhol e "brasileiro"; apesar da crítica, é sem dúvida um jogador com um enorme futuro, pelo que deve ser aposta sólida para a próxima época.
  • Melgarejo - veio para Portugal como um perfeito desconhecido, acabou a Liga ZON Sagres como um perfeito... prodígio! 10 golos, várias assistências, fez a cabeça em água a todas as defesas sem excepção, mesmo as mais poderosas, como as do Braga, Porto, Sporting e... Benfica!
  • Kardec - penso que sempre foi injustiçado e dever-se-ia dar-lhe uma segunda oportunidade.
  • Luís Martins - se Capdevilla não conta para JJ e Emerson é tamanho flop, por que não apostar neste miúdo que já provou ter imenso talento? O jogador português deve ser valorizado.
  • David Simão - boa época ao serviço da Académica a provar que tem estofo para um grande; aposta segura para a próxima época; irá provar o seu valor?
  • Urreta - praticamente não jogou, mas todos sabemos que tem imenso valor.
  • Oblak - as exibições ao serviço do Leiria dizem tudo.
  • Mika - o rapaz já tem 20 anos e o seu futuro tem ar de ser brilhante; contudo, deixá-lo a apodrecer como 3.º guarda-redes será sentenciá-lo à caminhada de um Moreira (com todo o respeito); o futuro guardião das redes nacionais deve ser acarinhado e, mais do que isso, deve jogar - seja pelo clube-mãe ou por empréstimo a uma equipa da nossa liga ou de outra, desde que apresente condições competitivas apropriadas a um miúdo deste calibre.
  • Wass - grande época pelo Evian, de França, e convocatória para o Euro'2012; não será suficiente para voltar ao Benfica e ser uma alternativa mais que válida a Maxi Pereira?
  • Carole - ainda tem muito a provar, e até poderá ser emprestado na próxima temporada, mas por que não fazer a pré-época às ordens de Jorge Jesus? Quem sabe se ele até nem fica no plantel...
  • Airton e/ou Nuno Coelho - boas opções a Matic para a próxima temporada.
  • Matic - nas vezes em que teve de socorrer a parcela mais defensiva do miolo das águias, provou que o Benfica não deve ficar preocupado se perder Javi García; embora pareça ter mais cabedal de 8 ou mesmo médio-criativo, demonstrou estar aqui para as curvas - e para os cortes - na posição de trinco encarnado.
  • Miguel Rosa - a forma como o Benfica tem tratado este jogador de futuro brilhantemente promissor e ridícula; uma promessa do futebol português como o actual belenense não pode ser desperdiçado em clubes de divisões inferiores; é trazê-lo para cá imediatamente!
  • Marcos Rojo - o jovem lateral-esquerdo não se deu bem em ares russos e pretende relançar a sua carreira cá em Portugal. D'accord - tem qualidade e será um substituto bastante superior a Emerson, um dos grandes flops da temporada.
  • Luuk de Jong - embora seja a favor de apostar mais em Rodrigo e Nélson Oliveira em vez de trazer para cá mais um estrangeirola, a qualidade de De Jong é inegável, pelo que a sua contratação seria uma mais-valia para o campeonato português.
  • Miguel Vítor - condená-lo a quarta opção, a seguir a um tosco como o Jardel, é estragar-lhe todo o potencial; deverá ser aposta bem mais competente assim que recupere da grave lesão.
  • Roderick - está na altura de o miúdo voltar à casa-mãe; dispensem o cepo do Jardel e apostem na prata da casa, que no sector defensivo é deveras valiosa.
Dispensas:
  • Sidnei e Jardel - dois flops cujo tempo de afirmação já há muito se esgotou; mais vale apostar em jovens jogadores portugueses a continuar a segurar dois jogadores estrangeiros que nada têm a dar à defensiva benfiquista.
  • Saviola - o rapaz está desesperado por ir, deixem-no sair, coitado! Só faz número e tira oportunidades ao Rodrigo e, principalmente, ao Nélson Oliveira!
  • Emerson - hã... porque é um grandessíssimo flop?
  • Capdevilla - se não conta para Jorge Jesus, mais vale deixá-lo ir embora e acabar a carreira de forma feliz e não como eterno suplente de um jogador bem mais fraco que ele.
  • Javi García - se ele quiser ir, que vá; mas se ficar por cá... melhor ainda!
  • Gaitán - um jogador que só rende quando ouve o hino da UEFA Champions League ou entra num jogo com o FC Porto é uma maçã podre (hehe) e cria péssimo ambiente no balneário; se está assim tão desesperadinho por outras paragens, que vá; não precisamos de frustrados cá em Portugal!
  • Enzo Pérez - muito se falou do regresso dele para a posição 10 de Aimar, mas para isso já se tem Gaitán (caso fique) e Bruno César, mais jovens e melhores; dispensável.
  • Carlos Martins, Jara e Júlio César - estão felizes no Granada, onde são peças fundamentais; por que não deixá-los ficar lá, talvez até vendê-los aos espanhóis?
  • Cardozo - querido Óscar, agradecemos tudo o que fizeste pelo futebol português, foste uma estaca digna em todos os relvados do nosso campeonato, os golos que falhaste são um hino ao futebol e a lata que mostraste ao mandar calar os teus próprios adeptos foi de uma coragem assinalável; mas também há que destacar a forma brilhante como batias os livres, os poucos pénaltis que aproveitaste de todos os que tiveste à disposição para marcar, os golos fáceis que conseguiste meter lá dentro, os teus disparos super-sónicos que só paravam na baliza, aqueles golaços que marcaste quase por acaso... Foi uma relação difícil a tua, com os adeptos, não foi? Pois bem, agora podes cumprir o teu sonho de jogar no estrangeiro; se tivesse sido há dois anos atrás, terias ido por 25M€, agora será por 15. Mas o que importa é que deixaste a tua marca. Obrigado.
Outros poderão haver, quer de um lado quer do outro, mas estes são os mais importantes.