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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Parabéns Braga


Os meus parabéns ao Braga pelo apuramento merecido!

Breves notas: 

  • Gosto imenso de Beto, pois é um guarda-redes muito raçudo e nunca desiste.
  • Rúben Micael tem qualidade para a titularidade no meio-campo arsenalista.
  • O melhor desenho táctico dos minhotos é mesmo o 4-4-2, com Custódio, Hugo Viana, Mossoró e Rúben Micael em campo.
  • José Peseiro é um treinador de muita qualidade e com grande capacidade de leitura do jogo.
  • Leandro Salino tem pormenores de craque, mas ainda lhe falta crescer.
  • Custódio é um trinco de altíssima qualidade.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Açorda Inglesa



Red Devils. O meu sonho a longo-prazo? Juntar diversas personalidades do futebol mundial no Manchester United, que seria certamente o mais grandioso colosso do futebol mundial. Explico já - e num texto bastante curtinho!


Primeiro Passo
Este "plano" passaria por, numa fase inicial, contratar o médio defensivo encarnado Javi García. Um médio alto e espadaúdo, bom de pés e um autêntico muro. Certamente aquilo de que o United necessita. Imaginem um duplo-pivô formado pelo espanhol e por Anderson: maravilha!


Segundo Passo
Seria depois inevitável que os red devils contratassem o prodigioso James Rodríguez, médio/avançado muito do agrado de Alex Ferguson. Fosse para a ala ou para o meio-campo, o jovem colombiano seria certamente uma mais-valia para a formação inglesa, além de ser um activo muito jovem e com um percurso longo e brilhante pela frente. O meio-campo constituído por Javi e Anderson com El Bandido à frente seria o melhor - e mais jovem - da Europa.


Terceiro Passo
Isto aconteceria já depois de Ferguson se retirar. O substituto natural? Adivinharam: José Mourinho. E, com o fenomenal técnico português, o maior talento luso de todos os tempos: Cristiano Ronaldo. Bem sei que é uma possibilidade remota, mas posso sonhar, não posso?



Quarto Passo
GANHAR A CHAMPIONS. Tão simples quanto isso.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Prémio de Consolação Para Grande Exibição

FC Porto foi relegado para a Liga Europa

James foi o melhor em campo para a equipa portuguesa

FC Porto 0-0 Zenit. Se a equipa se tivesse exibido ao nível do que nos tem vindo (infelizmente) a habituar, este empate não teria grande impacto nos corações dilacerados de todos os portistas. Porém, o magríssimo resultado obtido foi um balde de água fria após a exibição grandiosa que os nossos rapazes rubricaram no Dragão. A Liga Europa, essa, é o cinzento prémio de consolação para a melhor exibição da época, em que não fomos mais longe devido ao problema diagnosticado logo no início da época: a carência de um matador.

Foi assim que aconteceu
Foi de uma dor excruciante ver os nossos miúdos deitados sobre a relva, destroçados, chorando o facto de não nos termos apurado para a Liga dos Campeões. Ainda mais horrível saber que a única coisa que faltou foi um golo, um mísero golo, plenamente justificado e merecido pelo modo como a equipa jogou. Nos últimos dois jogos, houve esforço e vontade; neste, essas duas virtudes somaram-se à inspiração e ao jogo a que os dragões nos habituaram no ano passado: inspirado, intrincado, atacante, fluído, belo.
Foi espectacular ver um atentíssimo Helton a afastar as (poucas) bolas que chegaram perto da sua área, acertadíssimo Otamendi a voltar aos tempos de glória, um inconformado Álvaro a correr de forma endiabrada, um aguerrido Maicon a calar os críticos, um metódico Fernando a recuperar todas, um cerebral Moutinho a assinar um belíssimo jogo, um desinspirado Defour a lutar por inspiração, um outrora desastrado Djalma a exibir-se em grande nível, um inatacável (anteriormente nabiça ambulante) Kléber a tabelar com os colegas, um veloz Varela a fazer pela vida, um criativo Belluschi a ajudar a equipa e um maravilhoso James a evidenciar-se na sua melhor posição, a 10, fazendo a cabeça em água aos adversários. Até o normalmente nabíssimo, pobríssimo e foleiríssimo Rolando mostrou que pode continuar na equipa!

O elo mais fraco
Esperem, falta um nome. Ah, pois. O "Incrível". Aquele que, na noite em que mais precisávamos, não apareceu. Ou melhor: apareceu demasiado. Quando a equipa mais precisava do fabuloso Hulk dos últimos encontros, o super-herói decidiu alhear-se do espírito colectivo que imperava no Templo do Dragão e reclamar a bola só para si, insistindo em fintas, dribles e remates disparatados. A equipa bem podia ser Hulk mais onze, se ele se apercebesse de que está incluído nisso mesmo: numa equipa, e passasse a bola aos outros, sem tentar fazer tudo sozinho. Exemplo: já bem perto do fim, quando o Porto procurava desesperadamente um golo, Hulk recebe a bola na ala esquerda, envereda por meia dúzia de fintas e, com vários colegas soltos na área e em boa posição para receber e rematar a bola para dentro das redes, o Verdocas faz o impensável: um tiro estupidamente absurdo sem ângulo absolutamente nenhum, que foi parar, como não podia deixar de ser, às nuvens. Estupor...

Peso pesado
Mas a chave deste jogo não foi a falta de um avançado de jeito ou a individualidade burra que nem uma  porta de Hulk. Não: a chave deste jogo foi precisamente o guarda-redes adversário, um tipozinho irritante de nome Malafeev. Peço desculpa pelos insultos, não são contra o homem, pois tenho-lhe toda a consideração, respeito e admiração. Os insultos são contra a grandiosa, estupenda, maravilhosa, magistral actuação do rapaz entre os postes e fora deles. Foi a noite da vida dele, sem dúvida. A bola queria, desesperava por entrar, mas lá aparecia o gigante russo a dar-lhe uma desfeita com uma patada. Mãos, braços, barriga, pés, tudo servia para amargurar os corações azuis-e-brancos que assistiam ao jogo em agudo sofrimento. Uma vénia ao nosso maior inimigo da noite. Parabéns e que tudo te corra bem na Champions. Mas esse lugar devia ser nosso...

Casa dos Segredos
Devo dizer que Vítor Pereira me mereceu ontem muito respeito. Armou a equipa da melhor forma, potenciando ao máximo um pouco talentoso Djalma (que arrumou definitivamente Varela com uma grande primeira parte), substituindo da melhor forma um lesionado Defour e percebendo o mal da equipa no primeiro tempo.
Hulk não é ponta-de-lança. Com equipas que jogam a la italiana, como este triste Zenit, que se pôs todinho à defesa, o o Incrível simplesmente não aparece. E depois, talvez deitado abaixo pela péssima exibição ao meio, repetiu a dose nas alas. Inteligentemente, VP compreendeu que era necessário um ponta-de-lança na verdadeira concepção da palavra. Assim, tirou Defour, lesionado, e meteu Kléber, empurrando Hulk para a ala e atrasando James para as costas do ponta brasileiro. Djalma, que perdera fulgor no segundo tempo, foi substituído por Varela, que entrou com ganas, e tudo se compôs para uma grande segunda metade.
Ver James no centro foi para mim um prazer enorme. Sempre disse que ele era 10 e não extremo e ontem provou isso mesmo. Com todo o respeito ao Belluschi, um jogador que, por sinal, me agrada bastante, espero que esta lesão de Defour dê espaço ao miúdo e não ao argentino. Porque um Porto com James como médio-criativo é um Porto mais contundente, ofensivo, perigoso, mágico. É, no fundo, um Porto muito mais à Porto. A posse de bola torna-se mais empolgante, cada passe mais imprevisível, cada finta mais deliciosa de se ver. Por favor, Vítor Pereira, desloca o James Bond para o meio, pois é ali que ele se torna tremendo jogador que sabemos ser. Desde o momento em que foi colocado ao centro, nas costas de Kléber, o colombiano foi um enigma absolutamente indecifrável e irresolúvel para a defensiva russa. Só faltou o golo...

Quem quer ser milionário
No fim de tudo, todos chegamos à conclusão de que o apuramento não nos fugiu neste jogo, mas sim no da Rússia (com o mijão em grande plano) e nas duas partidas contra o APOEL, em que não soubemos ser mais humildes e ferozes, olhar os cipriotas como se fossem um Real Madrid ou um Barcelona, porque é isso que se deve fazer sempre, seja com um dos dois colossos espanhóis, com o APOEL ou com a Juventude de Évora. Todos os jogos são para ganhar e dar o melhor dos melhores. Sem conversas.
Outra das conclusões, e também por demais evidente, é a falta de um ponta-de-lança digno desse nome. Não quero entrar em repetições ou fazer os corações portistas chorar de saudades, mas... o que nos falta é Falcao. Estava ontem a ver o jogo e a pensar: "Se cá estivesse cá o Falcao, não tinham levado um, tinham levado quatro ou cinco!"; e punha-me a imaginar que era ele a tabelar com James e Moutinho e que era ele a rematar aquelas bolas todas - e que era golo...
No final, feitas as contas, o Zenit quis mais ser milionário do que toda a nossa equipa junta, pois eles deram o litro não só neste jogo, como em todos os outros. Foi isso, sem qualquer sombra de dúvida, que os fez garantir o apuramento que devia ter sido nosso. O demérito foi anterior a este jogo e o mérito que com esta belíssima exibição recuperámos não foi suficiente para encobrir aquela mancha enorme no nosso passado mais recente. Que continuem a jogar assim, tão maravilhosamente bem, daqui para a frente...
Apesar de tudo, digo pela primeira vez esta época com toda a convicção: tenho orgulho nestes rapazes!

O Porto Um a Um
Helton (0) - quase sem trabalho; nota para aquele corte artístico absolutamente decisivo; atentíssimo.
Álvaro (+1) - o bom velho Palito, sempre a correr, um quebra-cabeças diabólico para os adversários.
Rolando (+1) - exibição personalizada e sem mácula, a afastar o perigo da baliza portista.
Otamendi (+1) - acrobático e agressivo como sempre, foi tão bom ou melhor que o companheiro.
Maicon (+2) - calou os críticos: impecável a defender e dinâmico a atacar; ganhou o lugar!
Fernando (+1) - limpou tudo e mais alguma coisa, que mais ninguém critique esta vassoura de ouro.
Moutinho (+2) - jogo espectacular do anão, cerebral, eléctrico e genial com a bola; um GIGANTE!
Defour (0) - estava a fazer uma exibição algo apagada, mas esforçada, até sair lesionado.
Djalma (+1) - primeiro tempo endiabrado, quase marcava; saiu esgotado após grande exibição.
Hulk (-2) - se nos últimos jogos foi o melhor, neste foi claramente o pior. Horrível.
Kléber (0) - esforçou-se e a sua entrada galvanizou a equipa, mas faltou (e falta) "Falcaonidade".
Varela (0) - já perdeu o lugar, mas continuou a correr e a tentar ajudar; inconsequente.
Belluschi (0) - trouxe maior criatividade, mas o desespero já era tanto, que não fez qualquer diferença.

Jogador à Porto
James (+3) - A primeira parte foi boa, mas não se compara à segunda. É ao meio que James poderá tornar-se um dos melhores jogadores do Mundo dentro de dois/três anos. Naquela posição, o pequeno prodígio traz criatividade, imprevisibilidade, juventude e diabrura à equipa. Com ele a 10, o Porto tornou-se verdadeiramente perigoso e brilhante, com aquela dose de genialidade que falta a Defour e que El Bandido transporta às carradas. A defesa do Zenit nunca descortinou o mistério James e sofreu muito por isso, tendo sido salva pelo gigantesco Malafeev, o Homem do Jogo. Só faltou o golo - ou ter Falcao à frente.

Malafeev foi o Homem do Jogo

Hulk foi o destaque negativo do lado portista:
foi demasiado individualista para o bem dos dragões

Djalm foi a afirmação: primeira parte sensacional

Maicon foi a confirmação: secou Danny


Um onze que nos dá todas as garantias para o futuro.
Cima: Helton, Fernando, Rolando, Maicon, Otamendi, Hulk;
Baixo: Moutinho, Djalma, Defour, Álvaro Pereira, James.

Faltou um matador (Falcao)...

Danny foi o lado negativo do lado russo:
mostrou não ter qualquer respeito ou educação



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Finalmente Jogaram!

O Porto voltou a ganhar e a mostrar vontade

Hulk foi Homem do Jogo

Shakhtar Donetsk - FC Porto. Não foi um jogo brilhante, muito longe disso; talvez até algo aborrecido. Contudo, finalmente vimos na equipa portista aquilo que desde há muito desejávamos ver, desde a derrota com o Zenit: determinação. Porque a vontade de fazer as coisas bem é o primeiro passo para que isso aconteça.

Mudança táctica: aprovado
Há que dar o mérito a Vítor Pereira pelas modificações feitas, há que retractarmo-nos daquilo que dissemos contra o treinador: foi ele quem por fim se decidiu destacar do esquema de Villas-Boas e promover alterações decisivas no esquema e no próprio onze. Que James tem de jogar é um dado adquirido: mesmo num jogo menos conseguido, consegue ser melhor que Varela ou Djalma. E falando no angolano, devo confessar que o seu ingresso na equipa titular me fez suspeitar; contudo, ele mostrou que a aposta não fora em vão, rubricando uma exibição esforçada e, no geral, bastante positiva.
Defour, tal como Djalma, foi importante pela sua fome de bola e de levar a equipa para a frente. Hulk, na sua posição menos natural, pareceu muito mais natural que Kléber, sendo saudada a sua deslocação para o eixo do ataque. A ideia de fazer de Moutinho e Fernando um duplo pivô foi surpreendentemente eficaz: lá porque uma equipa tem dois médios de cariz menos ofensivo, não quer que seja defensiva - basta ver o Real Madrid de Mourinho. Com esta mudança, Moutinho não deixou de ser o organizador de jogo, mas contou com uma ajuda mais criativa por parte do belga Defour, que jogou numa posição mais adiantada.
Assim, o Porto jogou num 4-2-3-1, deixando que o Shakhtar tivesse mais bola, mas apostando em saídas fortes e rápidas para o ataque. A equipa só pecou por nunca chegar às segundas bolas, que poderiam ter levado muito mais perigo à baliza ucraniana; na excepção, Varela pressionou Rat, que marcou um belíssimo auto-golo. E há que falar de Helton que, mais uma vez, assinou uma grande exibição: defendeu tudo o que havia para defender, mostrando reflexos fantásticos naquele remate que bateu em Rolando e o capitão desviou para a barra e, ao ver a bola ressaltar à sua frente, mandou-a com os pés para canto. E aquilo que não pôde defender? Bem, nessas bolas, o nosso querubim negro bem pôde beijar os postes, que lhe deram uma ajuda preciosa. Ah, e Otamendi tem de jogar.

Hulk
É certo e sabido que, na canarinha, Hulk joga a ponta-de-lança e não na sua posição de origem. É certo e sabido que, no Porto, Hulk é sempre uma boa opção para a posição mais adiantada do terreno. É certo e sabido que, ontem, Hulk foi o Homem do Jogo. O Incrível correu, correu, correu... O Incrível lutou, lutou, lutou... O Incrível marcou.
Entalado entre os centrais, foi raríssimo vê-lo apoiado pelos colegas (especialmente James), tendo ganho inúmeras bolas que pareciam impossíveis de ganhar. Batalhou, mostrando ser aquilo que já não se via há muito na equipa azul-e-branca: um jogador à Porto, abnegado, sempre a tentar remar contra a maré, sacrificando-se em prol do colectivo e de um resultado positivo para a equipa. O primeiro golo foi marcado por ele - de pé direito! - e o segundo nasce de uma grande iniciativa individual do brasileiro. Alguém duvida que ele foi o melhor? Bem, eu não. E porquê? Porque, apesar de todas as bolas perdidas, tudo o que ele fez de bom foi por mérito próprio e tudo o que fez de mau foi por demérito da equipa. Ontem, ganhei novo respeito por Hulk. Bem-vindo à equipa, amigo.

Agora, para cima deles!
Falta o Zenit. No Dragão. Um jogo, uma vitória. Nem que seja por um golo apenas e que seja o Helton (ou até o Vítor Pereira!) a marcá-lo. Temos é de ganhar. Com este triunfo, recuperámos a confiança e o espírito lutador, a vontade de fazer as coisas bem e, com alguma sorte, fazê-las. Porque a sorte protege os audazes. Agora, falta a derradeira jornada. E, espero eu, estaremos nos oitavos.

O Porto Um a Um
Helton (+2) - defendeu tudo!
Maicon (0) - mereceu nova aposta; decisivo com o remate que deu origem ao segundo golo.
Rolando (-1) - fraco.
Otamendi (0) - melhor que o companheiro, mas mesmo assim...
Álvaro Pereira (+1) - dos mais lutadores e inconformados.
Fernando (+1) - impecável a defender, peca pelos passes sempre fracos.
João Moutinho (+2) - melhor na segunda parte, pautou o jogo e fez grande passe para Hulk marcar.
Defour (+1) - entrada positiva no onze, merece continuidade.
Djalma (0) - o que lhe falta em talento sobra em trabalho.
James (-1) - o oposto de Djalma.
Rodríguez (+1) - entrada muito positiva em jogo, grita por uma aposta mais consistente.
Varela (-1) - fraco, ainda assim decisivo ao pressionar Rat no auto-golo.
Souza (x) - pouco tempo em jogo.

Homem do Jogo
Hulk (+3) - com muito trabalho e muito talento, viu tudo o que fez ser recompensado com um golo e uma belíssima jogada no segundo. Um jogador à Porto.

Hulk realizou grande exibição

Otamendi dava para o circo

Regresso importante do argentino

Fernando foi dos melhores portistas

Rodríguez merece contar mais no plantel

O golo que devolveu a chama ao dragão

Desta vez, Vítor Pereira acertou

Festa merecida...


...mas com alguma sorte à mistura

Álvaro Pereira foi dos mais inconformados

Djalma foi esforçado

Cima: Helton, Maicon, Rolando, Fernando, Otamendi e Hulk
Baixo: Moutinho, Djalma, Álvaro Pereira, Defour e James

Fernando ainda peca no capítulo do passe

Rolando continua a não convencer

Maicon justificou a insistência de Vítor Pereira

I believe I can fly!

Vejam lá se não nos dão mais enfartes, sim?

Bem mereceste o golo que marcaste, verdocas

Agora está aqui, agora já não está...

Maicon teve noite tranquila e foi decisivo

E é golo!

Álvaro começa a voltar à boa forma

O trio do meio-campo esteve muito bem

Hulk andou muito sozinho lá à frente

Up, up and away!

Maicon exibiu-se em bom plano 

Dá cá um abracinho!

Thumbs up if you like Hulk!

Fernando limpou tudo

Notas finais
Parabéns ao Benfica, que conseguiu apurar-se com um empate hercúleo no ninho do Manchester United. Os red devils foram mais fortes no cômputo geral, mas a entrada fulgurante dos encarnados, que durante meia hora não deixaram os anfitriões tocar na bola, revelou-se frutuosa e absolutamente decisiva. Infelizmente, depois disso, só deu United e Nani, com o extremo português a realizar uma grande exibição. Mas entre os postes benfiquistas estava o Rei Artur, o Homem do Jogo, que mostra a diferença que um grande guarda-redes pode marcar numa equipa. Graças ao brasileiro (que já justifica uma chamada à Selecção canarinha) e à forte resposta ao golo de Fletcher, o Teatro dos Sonhos foi especialmente benevolente como Benfica, que concretizou o sonho... em realidade. Nota ainda para Miguel Vítor, que entrou muito bem a substituir o lesionado Luisão.

Artur foi o Homem do Jogo 
Nani foi um quebra-cabeças para os encarnados

Miguel Vítor entrou muito bem

Artur foi enorme

O Benfica saiu vivo de Old Trafford